Ainda não há muitos anos as árvores revelam-se, especialmente por alturas de campanha eleitoral, suportes bem à mão de semear para cartazes e afins, à custa de pregos, pioneses e outros expedientes.
Com o quase desaparecimento de cartazes e plásticos, têm ganho alguem sossego. A não ser quando alguns saudosistas de velhas práticas se divertem a "plantar" folhetos nas ditas, no caso no pico do Verão, em plena rua da Liberdade e à porta da sede de campanha. Argumenta o defensor da medida que a fita-cola não agride a árvore...
Caso para perguntar: e se lhe colarem um folheto na testa, gosta?